Bênção Proibida
Autor: Ebi
Categorias: Fanfic, One Shot
Idioma: Português
Gêneros: Exibicionismo, Bondage, BDSM, Yaoi, Hardcore, Public, Dominação, Humilhação, Incesto
Henrique e Thiago levam uma provocação escondida longe demais durante uma missa, usando o silêncio da igreja e a distração dos fiéis para não serem descobertos. Quando Henrique decide transformar o confessionário na próxima etapa da transgressão, o segredo dos dois acaba colocando o padre diante de uma situação que sai completamente do controle.
O coro da igreja continuou preenchendo o espaço alto, um som uniforme que cobria qualquer outro ruído nas últimas fileiras. Quando o padre fez o sinal e a congregação se moveu para se ajoelhar nos apoiadores de madeira, Henrique e Thiago acompanharam o movimento. A nova posição, com os joelhos no chão e os corpos inclinados para a frente, abria o ângulo perfeito debaixo dos casacos longos, escondendo-os completamente da visão de quem estava à frente.
Aproveitando o barulho coletivo da movimentação, Henrique passou a mão pesada por trás, puxando o elástico do moletom de Thiago para baixo e expondo a bunda do irmão ao ar frio do templo. Thiago, sabendo exatamente o que vinha a seguir, levou a própria mão para a frente, puxando o tecido na cintura para liberar o pau, que já estava completamente rígido, vermelho e latejando pelo nervosismo. Por trás do próprio tecido do moletom de Henrique, o volume do irmão mais velho também estava gigante, o cacete duro estourando contra o tecido da cueca, marcado e apertado pela falta de espaço, pulsando a cada movimento.
— Não faz um barulho sequer — Henrique ordenou bem baixo, a voz colada ao ouvido de Thiago, enquanto o som das preces começava.
Sem qualquer delicadeza, Henrique cuspiu nos próprios dedos e os pressionou direto contra o cu de Thiago, empurrando-os para dentro de uma vez. O impacto bruto e úmido fez o mais novo dar um sobressalto, os dedos cravando-se com força na madeira do banco para não perder o equilíbrio. Ao mesmo tempo, a mão de Thiago começou a se mover no próprio pau, iniciando uma punheta rápida e desesperada, sentindo a haste quente e a cabeça do caralho inchada, escorregadia pelo líquido que saía sem parar.
O ritmo ali de joelhos era frenético. Enquanto Henrique movia os dedos de forma rápida e profunda por trás, esticando a pele e gerando uma fricção úmida, o próprio pau de Henrique continuava pressionado e esmagado contra a calça, latejando de forma violenta a cada estocada que dava no irmão. Thiago controlava o próprio prazer na frente, com os dedos lambuzados pelo lubrificante natural. O som do farfalhar dos tecidos e o estalo sutil dos dedos de Henrique entrando e saindo eram abafados pelo coro uniforme dos fiéis. Thiago mantinha os olhos fixos nas imagens dos santos no altar, o rosto queimando de vergonha e suor, sentindo a nuca arder enquanto o irmão o dominava.
A velocidade de Henrique era puramente funcional, focando no impacto e no perigo do flagrante para levar o mais novo ao limite, enquanto a rosca de Thiago parecia apertar ainda mais a cada movimento, e seu próprio cacete parecia prestes a rasgar o tecido de tão tenso. A umidade da saliva e os fluidos começaram a escorrer pelas coxas de Thiago, pingando no chão rústico de pedra.
O prazer agudo e o medo avassalador aceleraram o final. O quadril de Thiago deu um sobressalto involuntário. Ele segurou o ar nos pulmões, mordendo o próprio lábio com força enquanto a porra jorrava alto de sua mão, jatos quentes e espessos sujando a base de madeira do banco da frente e escorrendo misturados ao suor. Henrique deu as últimas estocadas fortes com os dedos, pressionando o próprio pau latejando contra as costas de Thiago, travando o corpo do mais novo no clímax antes de finalmente se afastar.
Quando a oração terminou e a congregação começou a se levantar, Henrique recolheu a mão suja, limpando os dedos molhados de fluido diretamente na parte de trás do moletom de Thiago. O mais novo, com as pernas trêmulas, puxou as calças para cima de forma desajeitada, escondendo o rosto nos braços apoiados no banco para tentar se recuperar.
— Fica aí. Não sai daí por nada — Henrique murmurou, a voz fria, ajeitando o moletom sobre o próprio pau que ainda latejava, duro e sufocado na calça.
Ele caminhou lentamente pelo corredor lateral da igreja, os passos firmes ecoando de leve. Seus olhos travaram na estrutura de madeira escura do confessionário. A cortina roxa estava puxada, e a silhueta do padre se movia do outro lado da grade. Um sorriso sádico e sem limites desenhou-se nos lábios de Henrique enquanto ele abria a porta lateral e sentava no banco estreito.
— Abençoe-me, padre, porque eu pequei. Já faz muito tempo desde a minha última confissão.
— Deus te ouve, meu filho. Pode falar os teus pecados para encontrar o perdão — disse o padre com uma voz acolhedora.
— Eu acabei de cometer um pecado aqui dentro, padre. Agora há pouco. Enquanto o senhor guiava as preces de joelhos — Henrique disparou, o tom de voz arrastado. — Eu peguei o meu irmão caçula nas últimas fileiras. Puxei a calça dele para baixo ali mesmo, no chão de pedra. O senhor precisava ver como a rosca dele estava apertada. O coitado tentava morder a camiseta para não gritar no meio do seu sermão, enquanto eu massacrava o rabo dele por trás e ele se descabelava na punheta.
Um silêncio estático e pesado caiu na cabine. O padre pareceu engasgar, incapaz de proferir uma palavra.
— O meu pau tá estourando na calça até agora por causa disso — Henrique sussurrou, enfiando a mão por dentro da cueca e libertando o cacete rígido. Começou a bater uma punheta firme e ritmada, o estalo úmido do lubrificante invadindo o lado do padre. — Escuta isso, padre... É o som do meu pecado.
O ritmo ficou bruto, implacável. Mas a fúria dentro daquele cubículo escuro transbordou. Faltando poucos segundos para o ápice, Henrique simplesmente perdeu o controle. Tomado por um estalo de audácia, ele esticou o braço e abriu a cortina pesada do confessionário de uma vez.
— Thiago! Vem cá agora, caralho! — gritou, a voz ecoando cortante pelo teto da igreja.
Lá do fundo, trêmulo e assustado, Thiago caminhou a passos rápidos e desesperados. Ao chegar na porta da cabine, empacou, encarando o irmão com a mão na calça.
— Entra aqui, vira de costas e olha para a grade — Henrique ordenou, pegando Thiago pelo colarinho, virando-o de costas e puxando a calça dele para baixo de uma vez, expondo a bunda do irmão. — Escuta bem, padre! Olha quem chegou para receber a bênção.
Sem qualquer preliminar, Henrique cuspiu na própria mão e empurrou o caralho duro direto para dentro do cu de Thiago, enterrando tudo de uma vez. O impacto bruto fez o mais novo dar um grito abafado contra a parede de madeira.
— Segura o choro e olha para os santos ali fora! — Henrique comandou, a respiração descontrolada, iniciando as estocadas violentas. O som da carne batendo contra a carne e o choro contido de Thiago preencheram a cabine, colados no ouvido do padre, que soltava arquejos audíveis, em pânico total do outro lado da grade.
Henrique deitava toda a sua agressividade no movimento, segurando Thiago pelos quadris enquanto o massacrava com força implacável. O clímax veio como um soco. No auge do surto, Henrique deu as últimas três estocadas brutas, afundando o pau até a base. Com um rugido rouco, ele gozou, descarregando jatos quentes, espessos e profundos diretamente dentro do cu do irmão caçula. O sêmen começou a transbordar e a escorrer pelas coxas de Thiago, pingando no chão de madeira da cabine.
Ficou apenas o som das respirações cortadas dos dois irmãos e os soluços de Thiago, esmagado contra a parede. Do outro lado da grade, o padre estava completamente estático, em choque profundo.
Henrique soltou uma risada anasalada, fria. Puxou o pau mole para fora com um som úmido, ajeitou a própria calça e puxou o moletom de Thiago para cobrir a sujeira. Antes de se mover, deu um passo à frente, colou o rosto na grade de metal e soltou a última provocação, com a voz mansa e cínica:
— E aí, padre... o senhor também quer usar o rabo dele agora? O garoto já tá aberto e lubrificado. Considera um milagre.
O silêncio do outro lado foi absoluto, quebrado apenas pelo pavor mudo do homem santo. Henrique deu um tapa leve no ombro de Thiago para que ele se mexesse, empurrou a porta e saiu para o ar fresco da igreja, deixando para trás o confessionário em ruínas psicológicas e o padre quebrado no escuro.

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